Água como ativo estratégico atrai investidores e expõe desafio de R$ 420 bilhões

Escassez hídrica, receitas recorrentes e contratos de longo prazo colocam saneamento, reúso, dessalinização e redução de perdas no radar do capital. No Brasil, porém, transformar interesse em investimento exigirá projetos financiáveis, regulação estável e tarifas socialmente sustentáveis.
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Projeto não é uma iniciativa nova: modelagem foi qualificada em 2023 e passou por consulta e audiências públicas em 2025. Implementação, porém, foi associada a um eventual segundo mandato, enquanto o valor atualizado e o cronograma permanecem sem confirmação oficial.
