Universalização do saneamento em São Paulo: redes antigas entram na meta de 2029

Estado prevê R$ 70 bilhões em investimentos para ampliar água e esgoto até 2029, mas cumprimento das metas também depende da renovação de redes envelhecidas, da conexão de imóveis, do atendimento a áreas rurais e informais e do avanço da regulação sobre reúso de água.
Água como ativo estratégico atrai investidores e expõe desafio de R$ 420 bilhões

Escassez hídrica, receitas recorrentes e contratos de longo prazo colocam saneamento, reúso, dessalinização e redução de perdas no radar do capital. No Brasil, porém, transformar interesse em investimento exigirá projetos financiáveis, regulação estável e tarifas socialmente sustentáveis.
