
Infraero negocia venda de 49% do Aeroporto de Confins à ASUR
Negociação pela participação de 49% pode render cerca de R$ 600 milhões à Infraero; valor e condições ainda não foram confirmados.

Negociação pela participação de 49% pode render cerca de R$ 600 milhões à Infraero; valor e condições ainda não foram confirmados.

Licitação reúne todo o transporte coletivo municipal em lote único e prevê abertura das propostas em 11 de novembro de 2026.

O mercado federal de concessões rodoviárias passou por uma reconfiguração nos últimos anos. A ampliação da carteira de leilões, a

A Agência Nacional de Transportes Terrestres declarou de utilidade pública os imóveis necessários à duplicação da BR-101 entre os quilômetros

Planejamento federal passa a tratar a navegação interior como parte de corredores completos, ligados a rodovias, ferrovias, terminais e portos. Carteira apresentada ao mercado reúne seis projetos hidroviários, mas cada concessão ainda dependerá de estudos, licenciamento, consulta pública e definição do modelo tarifário.

Trechos em Minas Gerais, São Paulo, Goiás, Distrito Federal, Paraíba e Rio Grande do Sul poderão ser transferidos à iniciativa privada por autorizações de até 99 anos. Publicação dos editais dependerá da definição dos ativos, dos passivos e da necessidade de recursos públicos para recuperar cada linha.

Novo modelo apresentado na B3 procura encontrar operadores para ferrovias ociosas, shortlines, serviços de passageiros e terminais logísticos. Carteira abre uma nova frente de investimentos, mas boa parte dos projetos ainda precisa comprovar demanda e viabilidade econômica.

Governo estuda projetos no Maranhão, Tocantins, Bahia e em corredores ligados ao Matopiba. Rota Agro Norte, Rota dos Sertões e Rota 2 de Julho mostram que a expansão regional dependerá de aportes públicos, contratos flexíveis e divisão transparente dos custos entre usuários.

Projeto da Rota Vale do Café terá aproximadamente 205 quilômetros, 15 quilômetros de duplicação e três pórticos de pedágio eletrônico. Modelagem mais enxuta busca evitar tarifa elevada, mas deixa ampliações futuras condicionadas ao tráfego e à definição de quem pagará pelas obras.

Operadora informa ter cerca de R$ 6 bilhões em contratos e pretende reassumir o sistema no fim de outubro. Retorno, porém, depende da autorização da Artesp e da comprovação de que as falhas observadas no início da operação foram corrigidas.